Aparições de Nossa Senhora em Kibeho/Ruanda na Africa

O professor e filósofo Olavo de Carvalho tem apelado aos ouvintes do True Outspeak que assistam os vídeos sobre as aparições da Virgem Maria em Kibeho, Ruanda. No ultimo programa, Olavo explicou que o Ocidente perdeu a dimensão do sobrenatural, o que limita a possibilidade da compreensão da realidade.  Como uma espécie de remédio a essa deficiência, o filósofo sugeriu os vídeos sobre as aparições disponíveis no you tube. Aproveito para divulgar um desses vídeos em português.

Fernando Londoño: a Fênix colombiana!

Graça Salgueiro 

Como uma fênix, que ressurge das cinzas, o Dr Fernando Londoño Hoyos, vítima de um violento atentado terrorista que pretendia mais que tirar-lhe a vida, silenciá-lo por sua incansável defesa da verdade e luta contra o terrorismo, e onde dois de seus auxiliares perderam a vida defendendo-o há apenas dois dias, ainda se recuperando fisicamente fala aos seus ouvintes diretamente do seu leito de enfermo neste comovente Editorial.

Este Editorial que o Notalatina apresenta com exclusividade para o Brasil dispensa qualquer comentário de minha parte. Ouvi emocionada essa voz tão forte e segura como todos os dias pela manhã, com a mesma certeza, com a mesma firmeza de nunca claudicar em defesa da verdade, da justiça e da liberdade.

A Colômbia é afortunada por ter um filho dessa estirpe que, mesmo com o coração sangrando pela perda dos seus funcionários e amigos, e com o corpo físico ainda se recuperando, há tão-só dois dias volta a pôr no ar suas palavras que nos encantam reafirmando seu compromisso com a verdade e provando que mesmo um atentado desta magnitude não vai intimidá-lo, tampouco vai calar sua voz.

Escutem com atenção o que este gigante colombiano diz porque de minha parte nada mais há a ser dito, a não ser que Deus seja mil vezes louvado por Sua generosidade em salvar dos escombros este grande homem e ser humano que ainda tem MUITO a fazer, não só pela Colômbia como por toda nossa sofrida América Latina. Fiquem com Deus e até a próxima!

Não chore pelo passado: prepare-se para o futuro!

Blog do Mr X

O Ocidente como o conhecemos acabou. É triste, é lamentável, mas fazer o quê. Tudo passa nesta vida. Isso não quer dizer que tudo esteja perdido, longe disso. Apenas virão tempos difíceis pela frente.

Não adianta chorar pelo leite (ou pelo uísque) derramado, dizem. Não sei. Eu costumo chorar bastante. Sou nostálgico desde criancinha. Mas será pior para nós, que ainda pegamos um restinho da Velha Europa (aquela do cartão postal) e dos Velhos EUA e conseguimos fazer um pouco de turismo seguro nesses belos lugares. Nossos filhos e netos provavelmente já crescerão no mundo global multicultural neo-socialista e não conhecerão nada diferente do que a Nova Ordem Global.

As futuras gerações provavelmente viverão em um mundo cheio de favelas e periferias pobres ao redor de megacidades extremamente engarrafadas e protegidas com aço e arame farpado. Um mundo cada vez mais dividido e perigoso. Na Europa, as zonas de muçulmanos proibidas para os “infiéis” ocuparão partes cada vez maiores das grandes cidades. Nestas, a insegurança crescerá. A paranóia do crime e do terrorismo estarão em todo lugar e, para contrapor-se a isso, teremos uma polícia cada vez mais violenta e agressiva (como já ocorre nos EUA) e um Estado cada vez mais autoritário, ainda que em nome da “igualdade”, da “fraternidade” e outras belas palavras. Em outros locais menos avançados, quem manterá a “ordem” será o crime organizado mesmo, ou então as turbas da justiça popular.

Democracia? Esqueça. A mudança não virá mais pelo voto. Quando muçulmanos já decidem eleições na França e na Dinamarca e latinos nos EUA, o voto dos nativos conta bem menos. Quando supostos conservadores seguem quase que a mesma política dos esquerdistas, significa que estamos falando de um jogo de cartas marcadas. Será que, como suspeitam os conspiracionistas, quem manda mesmo é a elite globalista de bilionários, mafiosos e poderosos clãs políticos como as famílias Rockefeller, Soros, Bush, Clinton, Putin (?), sob a égide de intelectuais globalistas como Zigbniew Brzesinski e outros ou similares? Será que estava tudo planejado há décadas? Mas a troco de quê? Isso já não sei.

Não creio que eles queiram destruir de todo a Europa e os EUA, afinal, onde construirão as suas mansões, na África? Em secretas ilhas do pacífico? Em cavernas como aquelas dos vilões de James Bond? Não, tenho a impressão que vários locais do globo serão poupados, nem que seja para que máfias e políticos possam continuar organizando suas orgias e seus paraísos fiscais. Eles são loucos mas não são doidos.

E depois, tem todo o arsenal militar. Vocês acham mesmo que eles deixariam estes brinquedinhos (ou estes e estes) na mão de imigrantes cucarachas ou alguns cabeças-de-toalha? Ora, façam-me o favor!

No meio termo, entretanto, as belas porém vazias igrejas européias serão substituídas por imponentes mesquitas. Os cafés nos boulevards por banquinhas de kebab halal. Os vestidos primaveris pelas esdrúxulas burcas!

Porém, nem tudo será ruim. A globalização seguirá permitindo as viagens e o trabalho ao redor do globo. Você — se tiver estudo e qualificação para isso, é claro, não estamos falando de pés-rapados –poderá escolher se trabalhar em São Paulo, em NY, em Dubai ou em Moscou. Lamentavelmente, devido à imigração as cidades cada vez mais se parecerão entre si, portanto viajar será menos interessante, e mais perigoso. Pode ser que seja melhor ficar em casa e trabalhar via Internet!

Se você for inteligente e criativo, haverá oportunidades. Ainda há países que preferem imigrantes inteligentes que contribuem. Não acho que aqueles mais inteligentes ou talentosos ou ambiciosos ou ricos tenham tanto problema; quem vai se ferrar mesmo nesse novo mundo é — como sempre, não é? — a classe média e baixa trabalhadora e burra. As minorias, no fim das contas, também vão se danar, já que nenhum welfare pode durar para sempre. E o crime afeta sempre mais eles.

Também ainda será possível viver seguramente em algumas “whitopias“, mas estas cada vez mais assumirão a forma de condomínios fechados. Talvez voltemos a uma espécie de feudalismo, com castelos e tudo mais. Ou então uma nova subdivisão dos países sob identidades cada vez mais tribais. A Itália e a Espanha, por exemplo, possivelmente se desintegrarão e retornarão à situação de antes, com regiões independentes, cada uma com seu dialeto (Catalunha, País Basco, etc), mas algumas regiões serão ocupadas por muçulmanos que criarão califados independentes.

Guerra civil é uma alta probabilidade na Europa, ou ao menos em alguns países europeus mais islamizados. Nos EUA, aposto em uma violenta secessão de alguns estados, que não será deixada barata pelo cada vez mais tirânico governo federal. Vai ser guerra brava.

Fora isso, todo mundo vai poder casar com todo mundo, homem com homem, mulher com mulher e travesti com quem bem entender.

Parafraseando Unamuno, a Nova Ordem Global vencerá, mas não convencerá. Ao ver a utopia igualitária revelar-se um engodo, os esquerdistas, como ocorreu na União Soviética, se sentirão traídos por seus próprios ideais. Serão então perseguidos pelos próprios líderes que ajudaram a colocar no poder e chorarão amargamente.

Além do terrorismo islâmico e da intifada tomando a Europa, não duvide da volta do terrorismo de direita. Não aprovo, mas deve acontecer. Breivik deu o exemplo e alguns novos psicopatas o seguirão. O que implicará em maior repressão governamental ainda. É possível que alguns países mais afetados pela violência tenham governos tirânicos de direita.

É possível no entanto que a partir desse sofrimento todo haja um ressurgimento religioso, e daí venha a esperança de um retorno a um tempo melhor.

Não é bem claro o que países asiáticos que mantiveram sua unidade étnica como China e Japão farão, nem que papel desempenharão nessa nova ordem. E a Rússia, de que lado está? Os EUA, centro do poder global, continuarão no topo; ainda que enfraquecidos pelo excesso de imigração de baixa qualidade, continuarão a ter uma elite intelectual, científica e financeira que definirá o rumo e a tecnologia do novo mundo. Como eu já disse, eles são doidos mas não são loucos!

Fora isso, a vida será mais ou menos como sempre foi, com suas dificuldades e problemas. A dica é você criar uma família para manter o patrimônio genético, ensinar bem os filhos (homeschooling!) para manter o patrimônio cultural, e, se possível, andar armado para se proteger do crime. (É verdade que o controle de armas será cada vez mais intenso, portanto talvez essa não seja uma possibilidade para todos. Ouvi dizer que no Brasil até spray de pimenta é proibido, aliás, no Canadá também).

Viver afastado das grandes cidades, que se tornarão cada vez mais infernais, talvez seja melhor. No Brasil, eu sugiro o interior de Santa Catarina ou do Rio Grande do Sul. Nos EUA, acho que alguns lugares no Midwest, regiões de montanha e os subúrbios em geral. Na Europa, os subúrbios e pequenos vilarejos rurais. Esqueça Paris, Malmö, Detroit, Los Angeles, Rio de Janeiro e Amsterdam, estão perdidas, provavelmente para sempre.

No mais, não desanime. Enquanto há vida há esperança. Afinal, por ruins que as coisas estejam, lembre que sempre pode ser pior!

Fonte: Blog do Mr X

Conheça os líderes universitários que estão tentando redefinir a pedofilia como “intimidade intergeracional”

Anne Hendershott

A indignação e nojo que a maioria de nós sentiu quando ficamos sabendo das alegações de abuso sexual de meninos nas escolas de esporte da Universidade Estadual Penn e da Universidade de Syracuse indicam que nossas normas culturais sobre o abuso sexual de menores estão intactas. Contudo, apenas uma década atrás um movimento paralelo começou em algumas universidades a redefinir a pedofilia como a mais inócua “intimidade sexual intergeracional”.

A publicação do livro “Harmful to Minors: The Perils of Protecting Children from Sex” (Prejudicial para Menores: Os Perigos de se Proteger Crianças do Sexo) prometeu aos leitores uma “reavaliação radical, atual e há muito esperada de como pensamos e agimos com relação à sexualidade de crianças e adolescentes”. O livro foi publicado pela editora da Universidade de Minnesota em 2003 (com prefácio de Joycelyn Elders, que havia sido ministra da Saúde do governo de Bill Clinton). Depois da publicação, a autora Judith Levine postou uma entrevista no site da universidade condenando abertamente o fato de que “há pessoas que estão promovendo uma agenda cristã conservadora que impedirá crianças menores de idade de terem acesso à expressão sexual”, e acrescentando que “realmente temos de proteger as crianças de perigos reais… mas isso não significa protegê-las de algumas fantasias de sua inocência sexual”.

Essa redefinição da inocência da infância como “fantasia” é a chave para enfraquecer a definição da perversão da pedofilia, que satura as universidades e outros lugares. Valendo-se da linguagem da teoria pós-moderna, aqueles que estão trabalhando para redefinir a pedofilia estão primeiramente redefinindo a infância, afirmando que a “infância” não é uma certeza biológica. Em vez disso, a infância é uma invenção que a sociedade construiu — um objeto produzido pela sociedade durante a história. Tal desconstrução da infância é produto dos esforços de um movimento de poderosos defensores da pedofilia apoiados por especialistas das universidades e por um grande número de escritores, pesquisadores e editores que estavam dispostos a questionar o que a maioria de nós vê como conduta tabu.

Os teóricos pós-modernos estão interessados principalmente em trabalhos escritos que evocam a natureza fragmentária da experiência e a complexidade da linguagem. Uma das fontes mais citadas para isso é o livro “Male Intergenerational Intimacy: Historical, Socio-Psychological and Legal Perspectives” (Intimidade Intergeracional Masculina: Perspectivas Históricas, Socio-Psicológicas e Legais). Essa coleção de artigos de especialistas acadêmicos — na maior parte europeus, mas alguns ligados a universidades dos EUA — fornece um argumento muito forte a favor do que eles chamam de “intimidade intergeracional”. Ken Plummer, um dos que contribuíram, escreve que “não mais podemos presumir que a infância é uma época de inocência simplesmente por causa da idade cronológica da criança”. Aliás, “uma criança de sete anos pode ter construído uma conjunto elaborado de compreensões e códigos sexuais que deixaria muitos adultos de boca aberta”.

Afirmando se apoiar no trabalho teórico dos historiadores sociais, das feministas socialistas, dos Foucauldianos e dos sociólogos construcionistas, Plummer prometeu construir uma “nova e fecunda maneira de ver a sexualidade e as crianças”. Dentro dessa perspectiva, há a suposição do desenvolvimento sexual linear e nenhuma infância real, apenas uma definição imposta a partir de forças externas.

Condenando abertamente as “perspectivas essencialistas da sexualidade”, esses escritores tentam remover as barreiras essencialistas da infância, abrindo a porta para os pedófilos pós-modernos verem tal conduta como parte da política da transgressão. Eles não mais são pervertidos; eles são simplesmente “cruzadores de barreiras” pós-modernos.

Em 1990, a Revista de Homossexualidade publicou uma edição dupla dedicada ao sexo entre adultos e crianças intitulada “Intimidade Intergeracional”. David Thorstad, ex-presidente da Aliança de Ativistas Gays de Nova Iorque e membro fundador da Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (conhecida pela sigla em inglês NAMBLA: North American Man/Boy Love Association), escreve que “o amor por meninos ocorre em todas as vizinhanças hoje”. O movimento [de amor entre homens e meninos] continua, mas tornou-se clandestino desde que a NAMBLA se achou envolvida numa encrenca de 200 milhões de dólares devido a uma ação legal de direitos civis por causa de uma morte por negligência. A ação foi iniciada no Tribunal Regional Federal de Boston e afirma que os artigos no site da NAMBLA fizeram com que Charles Jaynes, membro da NAMBLA, torturasse, estuprasse e matasse um menino de 10 anos da cidade de Boston.

Não muito tempo atrás, os pedófilos pós-modernos receberam ajuda, para enfraquecer a definição de suas perversões, do Conselho Federal de Psicologia dos Estados Unidos (American Psychological Association). Em 1998, o CFP publicou um artigo em seu Boletim Psicológico que concluía que o abuso sexual contra crianças não provoca danos. Os autores recomendaram que a pedofilia deveria em vez disso ser tratada com um termo neutro como “sexo entre adultos e crianças”. A NAMBLA rapidamente postou a “boa notícia” em seu site, declarando que “a atual guerra contra os amantes de meninos não tem base na ciência”.

Parece que muitos pedófilos pós-modernos aceitaram a recomendação com muita seriedade. Por algum tempo, vivemos numa cultura em que o sexo entre homens e meninos era não só tolerado, mas também celebrado. E embora a revolta pública contra as alegações de estupros de meninos da Universidade Estadual Penn e da Universidade de Syracuse revele que a pedofilia masculina permanece um terreno questionado para a maioria, o sexo entre mulheres e meninas mal é registrado na tela do radar cultural, por causa do poder do movimento feminista.

O espetáculo teatral “Os Monólogos da Vagina”, por exemplo, é ainda um repertório dramático padrão nas produções estudantis nas universidades — inclusive na Universidade Estadual Penn e na Universidade de Syracuse. A peça original explora a história de uma menina alcançando sua “maturidade”, começando com uma menina de 13 anos gozando um caso sexual com uma mulher de 24 anos. Versões da peça publicadas posteriormente mudaram a idade da menina de 13 para 16 anos, e a peça continua a ser encenada. A produção de fevereiro do ano passado na Universidade de Syracuse foi inovada quando convidaram um elenco composto por membros da universidade para encenar a peça na universidade.

Embora a indignação com as recentes alegações de abuso sexual indicasse que o rótulo de pervertido permanecerá para a prática da pedofilia, a realidade está aí de que poderosos defensores da pedofilia, com acesso às editoras universitárias, continuarão sua campanha semântica e ideológica para enfraquecer a definição dessa forma de perversão.

Anne Hendershott é célebre professora da Universidade do Rei em Nova Iorque, EUA. Ela é autora de “The Politics of Deviance” (As Políticas da Perversão). Este artigo apareceu originalmente no Public Discourse e foi publicado com permissão.

Fonte: Notícias Pró-Família

Entrevista de Bene Barbosa Rádio Transamérica de Camburiú/SC

O deputado federal Rogério Peninha Mendonça (PMDB/SC) apresentou no dia 19/04/12 projeto de lei que prevê regulamentar a aquisição e circulação de armas de fogo no país. O PL 3722/2012 revoga a lei atual, popularmente conhecida como “Estatuto do Desarmamento”. Extenso e cujos termos demonstram uma profunda análise técnica da matéria, o projeto estabelece uma nova sistemática regulatória para armas na sociedade brasileira, alinhada à realidade e, sobretudo, ao resultado do Referendo de 2005, quando 60 milhões de eleitores rejeitaram a ideia de se extinguir o comércio de armas e munições no Brasil. O Presidente do Movimento Viva Brasil falou sobre o assunto à Rádio Transamerica de Camburiú/SC.

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